OMT desfaz polémica em torno de Mugabe
Depois do Canadá anunciar que se vai retirar, a Organização Mundial de Turismo esclarece que “não tem nenhum Programa de Embaixadores”.

Tiago da Cunha Esteves
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A Organização Mundial de Turismo (OMT) decidiu esclarecer a polémica em torno do presidente do Zimbabué relacionada com o facto de, alegadamente, ter sido escolhido para ser o seu embaixador para o turismo internacional. Como consequência, o Canadá, por exemplo, já anunciou que vai abandonar a OMT.
A instituição liderada por Taleb Rifai já fez saber que tudo não passa de um mal-entendido. “O que a Secretaria Geral da OMT fez foi apresentar aos presidentes da Zâmbia e do Zimbabué uma Carta Aberta sobre viagens e turismo”, de resto, como já fez com outros países, como a Colômbia, Malásia, China e Moçambique, por exemplo. “Esta carta tem sido enviada para os chefes de Estado do mundo inteiro e tem como objectivo salientar a importância do turismo, criação de emprego e crescimento económico”, explica a OMT.
A mesma entidade acrescenta que “não tem um Programa de Embaixadores” e que “receber a Carta Aberta não implica qualquer compromisso legal ou oficial”.