OMT: Receitas turísticas subiram 3,8% em 2011
As receitas turísticas internacionais atingiram os 740 mil milhões de euros, no ano passado. Depois das Américas, a Europa foi a região onde este indicador mais cresceu.

Tiago da Cunha Esteves
Descobrir o Algarve através de 18 experiências de Turismo Industrial
easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos
ISCE reúne 34 parceiros na “Global Tourism TechEDU Conference 2025”
AVK adquire Pixel Light e consolida liderança no setor audiovisual
Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025
ARPTA com nova liderança
Iberia reforça ligações a Roma, Paris e Viena
Os 3 dias do RoadShow das Viagens do Publituris
SATA lança campanha para famílias com tarifa gratuita para crianças
Indústria do turismo dos EUA preocupada com queda nas viagens domésticas e internacionais
As receitas turísticas atingiram no ano passado os 740 mil milhões de euros, em termos globais, um aumento de 3,8% em relação a 2010, de acordo com dados da Organização Mundial de Turismo (OMT).
Por outro lado, lembre-se, as chegadas de turistas internacionais aumentaram 4,6%, no ano passado, para 982 milhões. “Os dados confirmam a correlação próxima entre os dois indicadores, com o aumento das receitas a ficar ligeiramente atrás do crescimento das chegadas, em tempos de restrições económicas”, anunciou a OMT.
“Trata-se de resultados encorajadores”, disse, por sua vez, o secretário-geral da OMT, Taleb Rifai. “São notícias particularmente interessantes para países que estão a enfrentar pressões financeiras e quedas no consumo interno”, acrescentou.
Regiões
Em termos de regiões, foi nas Américas que mais aumentaram as receitas turísticas (+5,7%), com a Europa a ocupar o segundo lugar (+5,2%) e a Ásia o terceiro (+4,3%). O Médio Oriente foi a única região a registar um resultado negativo: -14%.
Por outro lado, destaca a OMT, a Europa continua a ser a região que detém a maior fatia do total de receitas internacionais, com uma quota de 45%, ou 333 mil milhões de euros. Depois, segue-se a Ásia, com 28% do total (289 mil milhões de euros).