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“Há conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal”, António Pinto da Silva

Apesar de ter iniciado funções como diretor comercial da Mundomar Cruzeiros para Portugal pouco antes da pandemia, António Pinto da Silva faz um balanço positivo do percurso da empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional e, em entrevista ao Publituris, revela que, em 2022, a Mundomar Cruzeiros já cresceu a três dígitos e tem planos para continuar a crescer.

Inês de Matos
Transportes

“Há conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal”, António Pinto da Silva

Apesar de ter iniciado funções como diretor comercial da Mundomar Cruzeiros para Portugal pouco antes da pandemia, António Pinto da Silva faz um balanço positivo do percurso da empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional e, em entrevista ao Publituris, revela que, em 2022, a Mundomar Cruzeiros já cresceu a três dígitos e tem planos para continuar a crescer.

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Depois da pandemia, os cruzeiros estão em plena recuperação e os resultados da Mundomar Cruzeiros em Portugal dizem precisamente isso: no ano passado, a empresa que representa várias companhias de cruzeiros em território nacional registou um crescimento a três dígitos, o que prova que o mercado nacional ainda tinha espaço para continuar a crescer.

Por isso, a Mundomar Cruzeiros está já a pensar em abrir um escritório em Portugal, de forma a reforçar a aposta no mercado nacional, disse, em entrevista ao Publituris, o diretor comercial da Mundomar Cruzeiros em Portugal, António Pinto da Silva, numa conversa que abordou ainda o estado do mercado de cruzeiros em Portugal, as dificuldades dos agentes de viagens em vender este produto e os destaques da programação das companhias representadas pela empresa para 2023.

A Mundomar Cruzeiros chegou a Portugal antes da pandemia. Como foi representar a Mundomar em Portugal nestes anos atípicos?
É verdade. Fui convidado pela Mundomar Cruzeiros em setembro de 2019. Apesar de já existir havia 15 anos, a Mundomar não tinha um trabalho direto com o mercado nacional. Por isso, o meu primeiro trabalho passou por negociar contratos e pela atualização de websites. Criámos websites em português para as nossas principais representadas, a Princess Cruises e a Cunard, e fui eu que fiz esse trabalho de tradução.

Quando as coisas estavam a arrancar, em março de 2020, já com tudo a andar e com brochuras feitas, as coisas complicaram-se porque chegou a pandemia e tivemos de ficar em casa. Os cruzeiros pararam e, infelizmente para nós, o que esteve mais na berra foi o Diamond Princess, no Japão, que passou muito nas notícias porque tinha tripulação portuguesa. Felizmente, o pior já passou e já temos o mesmo navio no Japão. Ou seja, as coisas deram a volta.

Mas o facto de termos ficado parados também nos ajudou na formação. Conseguimos criar cursos e, através do Teams ou Zoom, dar algumas formações e chegar ao agente de viagens.

As visitas aos navios são uma ferramenta maravilhosa para a formação dos agentes e também isso parou com a pandemia. Apesar de outras companhias já terem começado, nós só agora estamos a retomar estas visitas, que são uma oportunidade de mostrar o que temos para oferecer nas companhias que representamos.

Qualquer agente que vá ao nosso site percebe que temos uma oferta, entre fluviais e marítimos, de mais de 10 mil cruzeiros. É um leque muito grande, somos, talvez, quem tem a maior oferta em sistema

O meu trabalho passou ainda pela tradução de newsletters, que nos ajudam a ter contacto com o produto e comunicar ofertas. Recentemente, voltámos ainda a lançar notas da imprensa.

Isto tem tido um ganho de oportunidade. Partimos de números insignificantes em 2019, demos um pulo de três dígitos e continuamos a crescer nessa base. Por isso, em janeiro contratámos uma pessoa de língua portuguesa para o nosso call center para atender as agências portuguesas e tirar dúvidas porque as reservas podem ser feitas através do nosso B2B.

Apesar da pandemia e de todos esses desafios, o balanço é positivo?
Com certeza, os números dizem isso e espero que continuem a dizer. Há, inclusive, conversas no sentido de virmos a abrir um escritório em Portugal. Não sei se será ainda este ano, mas é algo que está em perspetiva para podermos crescer e ter uma equipa mais numerosa.

Isso quer dizer que o mercado português ainda tinha espaço para a Mundomar Cruzeiros?
Sim, somos International Sales Agent (ISA) de muitas companhias, o que quer dizer que a representação não é exclusiva e que o agente pode comprar noutros fornecedores. Mas, neste momento, somos Global Sales Agent (GSA) e temos exclusividade na Princess Cruises e Cunard. Em paralelo, temos outras opções fortes, com bastante procura, como a Norwegian Cruise Line (NCL) e a CroisiEurope, a maior companhia fluvial europeia, que tem 56 navios na Europa, seis dos quais no Douro.

Temos produto e qualquer agente que vá ao nosso site percebe que temos uma oferta, entre fluviais e marítimos, de mais de 10 mil cruzeiros. É um leque muito grande, somos, talvez, quem tem a maior oferta em sistema.

Quantas companhias representa, no total, a Mundomar em Portugal?
Além da Princess, Cunard, NCL e CroisiEurope, também representamos a Silversea, a Regent Seven Seas e a P&O Cruises. Nos fluviais, também temos a AmaWaterWays ou a Crucemundo. Esse leque de mais de 10 mil cruzeiros em oferta no nosso website representa, em termos marítimos e fluviais, umas 15 companhias.

Quando entrei foi para estar presente e ajudar o agente de viagens a vender. Não tenho metas pré-estabelecidas nem budgets a atingir

Relação com o trade
A simplicidade do online ajuda a que os agentes tenham maior facilidade na venda ou ainda há a ideia de que vender cruzeiros é difícil?
A ideia de que é difícil vender cruzeiros não é em função do sistema, é em função do produto. Quando um cliente entra numa agência de viagens e diz que quer um cruzeiro, o agente tem de ter algum conhecimento, noção do produto e das companhias para poder oferecer, com garantia e segurança, aquilo que o cliente deseja porque há produto para todos os gostos e bolsos. A dificuldade está em conhecer o produto e nem tanto na utilização dos sistemas. Mas é evidente que um sistema simples torna tudo mais fácil.

Os agentes de viagens portugueses já têm esse conhecimento?
O mercado está bastante recetivo. Isso acontece em função de duas companhias de base italiana que criaram embarques à partida de Lisboa. Apesar de não serem o ano inteiro e de normalmente serem mais extensos que os semanais, o que também os torna mais caros, a verdade é que embarcar em casa é bom e isso tornou o mercado mais recetivo.

Também me lembro de uma experiência única e que também fez muita diferença, que foi o facto da Pullmantur ter colocado um navio a fazer embarques semanais em Lisboa, de abril a outubro. Isso aconteceu há vários anos, nessa altura, estava na Abreu e lembro-me que tivemos uma fatia muito grande de vendas. Só no Mundo Abreu, vendemos 600 passageiros para esses embarques.

Foi uma experiência importante que trouxe ao mercado marinheiros de primeira viagem porque era um produto barato, em Tudo Incluído e era cómodo. Por exemplo, os clientes do Norte chegavam a Santa Apolónia e só tinham de atravessar a rua para embarcar e os de Lisboa só tinham de chegar ao cais, era facílimo e veio ajudar a que muita gente tivesse conhecimento, pela primeira vez, do que é o produto cruzeiro. Isso fez com que o mercado crescesse.

O que tem feito a Mundomar Cruzeiros para dar a conhecer as companhias que representa?
Acreditamos que a forma mais rápida de chegar ao agente de viagens é com a nossa comunicação e newsletters. Procuramos, em função do produto, fazer algumas por semana. Por isso é que, desde o início, trabalhamos muito para termos uma base de dados coerente e atualizada.

Depois, temos outras formas de comunicar. No nosso site, qualquer agente logado no B2B tem acesso a flyers promocionais para colocar na montra, que são impressos com o logotipo da agência. Além disso, temos uma marca branca que permite que o agente de viagens receba as nossas newsletters, faça o forward para o cliente que, depois, ao clicar na newsletter, abre um site como se fosse da própria agência, não aparece nada da Mundomar Cruzeiros. Ou seja, é como se cada agência tivesse o seu próprio site com o nosso produto e pudesse mandá-lo para o cliente.

Expetativas e destaques para 2023
2022 trouxe alguma recuperação aos cruzeiros, depois dos anos da COVID-19. Como correu 2022 para a Mundomar Cruzeiros?
Sim, comparando 2022 com 2019, posso dizer que, no ano passado, tivemos um crescimento muito bom, que ficou acima dos três dígitos.

No ano passado, praticamente triplicámos os números de 2019 e, este ano, já estamos a duplicar os números de 2022. Portanto, as coisas estão a entrar por bom caminho e ainda vamos vender muito 2023 e 2024

E como estão a correr as vendas para este ano?
Estamos ainda a vender Alasca, Mediterrâneo e Ilhas Britânicas.

Apesar do mercado e dos clientes repetentes saberem que, regra geral, devem comprar mais cedo para terem um maior benefício, seja a melhor localização de cabine ou os melhores preços, a verdade é que ainda há clientes que reservam ‘last minute’. Efetivamente, estamos ainda a vender cruzeiros para julho, agosto e setembro. E ainda bem que estamos, quantos mais vierem, melhor e os números vão crescendo. Mas também já estamos a vender 2024.

Quais são os principais destaques na Mundomar Cruzeiros este ano?
São os produtos que estamos a vender mais, como o Mediterrâneo na Princess, desde Barcelona, Civitavecchia ou Atenas.

No Mediterrâneo, a Princess não faz o back-to-back, faz, por exemplo, Barcelona a Civitavecchia, depois, Civitavecchia a Atenas e Atenas a Barcelona e, para fazer o Mediterrâneo completo, podem-se unir os três cruzeiros, numa viagem de 21 dias. A vantagem é que a companhia tem muita tripulação portuguesa, o que dá mais facilidade aos portugueses.

Na Cunard, também temos Mediterrâneo, mas o destaque vai para os transatlânticos e voltas ao mundo, porque é uma companhia de luxo. Enquanto a Princess Cruises é uma companhia premium, a Cunard é de luxo e, no próximo ano, vai ter um quarto navio, o Queen Anne.

Depois, temos a NCL, que é muito fácil de vender e vai ter vários navios em Lisboa. O novo Norwegian Viva virá a Lisboa, assim como o Norwegian Epic, que vai fazer aqui o inverno.

E temos os cruzeiros fluviais. A CroisiEurope está em bom ritmo, vamos ter uma partida exclusiva a 2 de agosto, no Danúbio, para o mercado português e espanhol. É um fretamento da Mundomar, onde vamos ter um produto diferenciado. As vendas estão a correr mais ou menos porque o produto fluvial ainda não está bem encaixado na mentalidade dos portugueses e não se vende na quantidade que gostaríamos. É direcionado para clientes com maior idade, não é para famílias porque não há cabines duplas ou triplas, apesar de, principalmente em agosto, haver essa possibilidade porque a companhia faz ofertas dois por um, permitindo que um casal possa viajar com os filhos pagando apenas uma cabine e há alguns rios com essas promoções.

Mas é, de facto, um produto diferente, a grande vantagem é o facto do navio ficar atracado na cidade, onde, normalmente, dorme, permitindo que as pessoas possam conhecer a cidade, usando o navio como hotel.

A Mundomar Cruzeiros tem metas para 2023 no número de passageiros?
Não, quando entrei foi para estar presente e ajudar o agente de viagens a vender. Não tenho metas pré-estabelecidas nem budgets a atingir. Penso que estão contentes com o meu desempenho, eu também estou contente com o mercado.  Mas é evidente que queremos continuar a crescer e, se estamos a pensar em abrir escritórios em Portugal, é sinal que ainda podemos crescer mais e espero poder vir a formar algumas pessoas para dar continuidade a esse trabalho.

No ano passado, praticamente triplicámos os números de 2019 e, este ano, já estamos a duplicar os números de 2022. Portanto, as coisas estão a entrar por bom caminho e ainda vamos vender muito 2023 e 2024. Se conseguirmos penetrar um pouco mais no mercado, vamos continuar a crescer nestes moldes.

O produto fluvial ainda não está bem encaixado na mentalidade dos portugueses e não se vende na quantidade que gostaríamos

Futuro
Tem receio que esses planos sejam afetados pela deterioração da situação económica mundial?
Não sou economista, apesar de ser licenciado em Gestão de Empresas, mas acredito que tudo vai ser ultrapassado. A guerra veio trazer alguns dissabores e a subida do preço do petróleo veio dificultar a operação. A CroisiEurope, por exemplo, no ano passado criou um suplemento de combustível mas, entretanto, as coisas acalmaram e o preço do petróleo baixou. Portanto, acredito que os bolsos e as pessoas se adaptam às situações e as companhias continuam a encomendar navios. No nosso caso, temos um navio a chegar em 2024, o Sun Princess, e temos mais dois em construção para 2025 e 2026, todos movidos a GNL.

Se tivesse de traçar um desejo para o futuro, na Mundomar Cruzeiros ou ao nível do mercado português, o que gostaria de ver concretizado?
Espero que, quando passar a pasta, a Mundomar Cruzeiros esteja consolidada em Portugal e que as companhias que representamos, principalmente a Princess Cruises, Cunard, CroisiEurope e NCL, que são as que nos dão maior movimento, também estivessem consolidadas no mercado português. E gostaria que o agente de viagens se lembrasse, quando um cliente pede um cruzeiro, do Pinto da Silva e da Mundomar Cruzeiros.

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Lisboa e Porto Alegre voltam a estar ligadas com voos da TAP

Os voos entre Lisboa e capital do Rio Grande do Sul realizam-se três vezes por semana operados com o A330-900neo.

A TAP retomou, recentemente, os voos para Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul. A TAP vai ligar Lisboa e Porto Alegre com três voos por semana, operados com o moderno avião A330-900neo, com capacidade para 298 passageiros.

Com a reforma da pista do Aeroporto Salgado Filho, reaberto ao tráfego aéreo desde outubro, os voos entre Lisboa e Porto Alegre vão realizar-se às terças, quintas e sábados, com partida da capital portuguesa às 13h05 e chegada a Porto Alegre às 20h25. Com uma duração total de 11h20, este é um dos voos mais longos da rede de destinos TAP. No sentido contrário, o voo da TAP parte da capital do estado do Rio Grande do Sul às 21h55, chegando ao aeroporto de Lisboa às 12h45.

“Tínhamos prometido que iríamos fazer todos os esforços para que esta rota voltasse a operar o mais rapidamente possível. Aqui estamos nós, prontos para voltar a conectar este Estado à Europa”, frisa Luís Rodrigues, CEO da TAP.

Já o Governador do Estado do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, considera que “a retoma dos voos diretos entre Porto Alegre e Lisboa é um símbolo da resiliência e da reconstrução do Rio Grande do Sul. Após enfrentarmos um dos momentos mais desafiadores da nossa história, ver nossa capital novamente conectada diretamente com a Europa demonstra a confiança do mundo na nossa recuperação. Esta rota fortalece nossos laços históricos e culturais com Portugal e também abre novas oportunidades para o turismo e negócios internacionais, alinhando-se às diretrizes do nosso Plano de Desenvolvimento Econômico.”

O primeiro voo TP117 partiu de Lisboa às 14h20, de dia 1 de abril, e chegou ao Aeroporto Internacional de Porto Alegre – Salgado Filho às 21h45 e retomou assim as ligações para Porto Alegre, depois das fortes chuvas de maio de 2024.

De referir que a TAP Air Portugal voa diretamente de Lisboa para São Paulo, Rio de Janeiro, Belém, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Natal, Maceió, Porto Alegre, Recife, Salvador, Florianópolis e Manaus, além de ligar o Porto a São Paulo e ao Rio de Janeiro. No total, são 13 cidades do Brasil (15 rotas, de Lisboa e Porto) que a TAP liga diretamente a Portugal.

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Ryanair passa a ligar Porto e Roma

A Ryanair anunciou a ligação das cidades do Porto e Roma à operação de verão 2025.

A Ryanair liga, a partir deste verão, as cidades do Porto e Roma (Fiumicino). A ligação será realizada por seis voos semanais, constituindo esta uma das 72 rotas que a Ryanair opera a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

Elena Cabral, diretora de Comunicação da Ryanair, salienta a “oferta que a companhia passa a disponibilizar a partir do Porto”, adiantando ainda que, “apesar dos constrangimentos artificias no crescimento a partir de Lisboa, a Ryanair mantém o compromisso com as regiões de Portugal, incluindo o Porto com 12 aviões baseados, representando a criação de mais de 4.600 empregos”.

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Rede Expressos oferece maior conforto em serviço Lisboa-Porto com a Mundial Turismo

A Rede Expressos converteu cinco ligações diárias entre Lisboa e Porto a serviço prime da Mundial Turismo, com snack incluído, Wi-Fi 5G, entretenimento a bordo e assentos que mais parecem poltronas.

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Este serviço, de acordo com a Rede Expressos, vai ao encontro de passageiros que, por motivos profissionais ou pessoais, procuram um nível superior de conforto e experiência, associado à imagem de qualidade e excelência da Mundial Turismo.

O interior dos autocarros será ainda mais diferenciado, com assentos duplos e individuais, pensados para passageiros que exigem o máximo de privacidade, além de fichas e tomadas USB, permitindo aproveitar a viagem sem interrupções, enquanto a decoração exterior difere da habitual usada pela Mundial Turismo, com o azul como cor dominante, complementada com o laranja com a sigla MT.

Em Lisboa (Sete Rios), as partidas começam às 05:15, com outras saídas às 11:00, 15:30, 16:00 e 21:30. No Porto (Campanhã), os horários para Lisboa são às 10:15, 10:30, 15:30, 16:00 e 20:30. O serviço é direto e diário, sem paragens entre Lisboa e Porto, proporcionando uma viagem rápida de aproximadamente 3h15m. A oferta já está disponível em rede-expressos.pt ou na app Rede Expressos, com bilhetes para o serviço prime a partir de 10€.

“É imperativo responder à procura por serviços que correspondam não só às necessidades, mas também às expectativas atuais dos passageiros, especialmente num mercado cada vez mais competitivo”, explica disse Celso Silva, diretor de marketing da Rede Expressos.

O responsável considera que “para competir com os elevados padrões de qualidade oferecidos por outros serviços de transporte de passageiros, é essencial que as empresas do setor rodoviário ofereçam uma combinação de fatores, como conforto, inovação, conectividade e uma experiência de viagem superior, adaptada às exigências de um público profissional e nómada”.

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Transportes

Ryanair transporta 15 milhões de passageiros em março

No terceiro mês de 2025, a Ryanair transportou mais 10% de passageiros que no mesmo mês de 2024.

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Depois de ter alcançado pela primeira vez os 200 milhões de passageiros num ano, em 2024/2025, correspondendo a um aumento de 9% face aos 183,7 milhões do exercício anterior, tornando-se na primeira companhia aérea a transportar mais de 200 milhões de passageiros num ano, a Ryanair manteve o registo de crescimento no mês de março de 2025.

A companhia aérea de origem irlandesa informa que no terceiro mês de 2025 transportou 15 milhões de passageiros, o que significa uma subida de 10% face aos 13,6 milhões de passageiros transportados no mesmo mês de 2024.

Ainda assim, o load factor manteve-se inalterado, nos 93%.

Refira-se que, depois de alcançada esta marca histórica, a Ryanair conta chegar, em 2025/2026, aos 210 milhões de passageiros, número que vai constituir um novo recorde para a companhia aérea.

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easyJet assinala 10.º aniversário de base no Porto com oferta de descontos

A campanha de descontos da easyJet está disponível para voos do Porto, cujas reservas sejam efetuadas entre 7 e 16 de abril. Além desta iniciativa, a companhia vai promover um sorteio de 10 viagens duplas para assinalar o aniversário da base do Porto.

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A easyJet está a oferecer um desconto de 10% em todos os voos com partida e destino ao Porto, oferta que visa assinalar o 10.º aniversário da base da companhia aérea no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto.

De acordo com uma nota informativa da companhia aérea, a nova campanha de descontos está disponível para reservas efetuadas entre os dias 7 e 16 de abril, sendo válida para viagens a realizar nos meses de abril e maio.

“Desde a inauguração da base no Porto, há 10 anos, a easyJet tem desempenhado um papel fundamental na conectividade da cidade com diversos destinos europeus, contribuindo para o crescimento do turismo e da economia local. Com esta campanha, a companhia pretende agradecer a confiança dos seus passageiros e reforçar o compromisso com a região”, explica a easyJet, na informação divulgada.

Mas esta não é a única iniciativa planeada para assinalar o 10.º aniversário da base da easyJet no Porto, já que, no dia 8 de abril, a companhia aérea vai promover, no aeroporto do Porto, um sorteio de 10 viagens duplas para o Funchal, Marraquexe
e a ilha do Sal, em Cabo Verde.

“A celebração dos 10 anos da nossa base no Porto é um marco muito especial para a easyJet. Ao longo da última década, reforçámos a nossa presença na região, ligando os nossos passageiros a destinos atrativos e contribuindo para o dinamismo do turismo e da economia local. Queremos agradecer a confiança dos nossos clientes e continuar a oferecer-lhes viagens acessíveis e convenientes”, refere José Lopes, diretor-geral da easyJet Portugal.

Este verão, a easyJet vai disponibilizar quase 30 rotas de e para o Porto, incluindo destinos como Palma de Maiorca, Split, Menorca, Palermo, Porto Santo, Nice, Nápoles e Ibiza, representando uma capacidade de mais de dois milhões de passageiros durante este período.

Reservas e mais informações aqui.

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Air France opera até 900 voos por dia para quase 190 destinos no verão 2025

Em Portugal, a oferta da Air France “mantém-se estável face ao ano passado”, existindo apenas um ligeiro aumento de frequências no Porto, que passa a contar com uma “escala noturna”.

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A Air France anunciou que, este verão, vai realizar até até 900 voos por dia para quase 190 destinos, em 74 países, numa operação que, segundo a companhia aérea, conta com a abertura de rotas para Riade (Arábia Saudita) e Orlando (Flórida) como novidades e que, em Portugal, “aumenta ligeiramente” o número de frequências no Porto.

De acordo com um comunicado da companhia aérea, em Portugal, a oferta “mantém-se estável face ao ano passado”, existindo apenas um ligeiro aumento de frequências no Porto, que passa a contar com uma “escala noturna”.

“Como novidade, a rota do Porto passa a ter um voo de “escala noturna” uma vez por semana aos domingos, que pernoita na cidade – permitindo um voo de partida muito cedo no dia seguinte e dando, assim, acesso a mais ligações na rede de voos da companhia em Paris-CDG”, explica a Air France, que lembra que esta oferta “é complementada pela da sua parceira KLM, que mantém os serviços diretos de Lisboa e do Porto” para Amesterdão.

Na curta e média distância, a Air France vai operar, este verão, até 670 voos por dia para 96 ​​​​destinos, incluindo um aumento na capacidade para o Mediterrâneo, com crescimentos de 8% em Itália e 3% em Espanha.

“Além da sua rede regular, a Air France oferece 29 rotas sazonais em França e na Europa, incluindo Palma de Maiorca e Ibiza (Ilhas Baleares, Espanha); Rodes e Heraklion (Grécia), bem como Dubrovnik (Croácia)”, acrescenta a companhia aérea.

Paralelamente, a Transavia France, low cost do Grupo Air France-KLM, vai oferecer voos para 123 destinos em 38 países nesta temporada, num total de 233 rotas, incluindo 26 novas ligações.

Já no longo curso, a Air France vai disponibilizar um aumento de capacidade de 4%, incluindo duas novas rotas para Riade (Arábia Saudita) e Orlando (Flórida). No caso da capital saudita, a Air France vai realizar até cinco voos por semana em Airbus A350-900, a partir de 19 de maio, enquanto Orlando vai ter quatro voos por semana em Airbus A350-900, a partir de 21 de maio.

A Air France conta ainda reforçar os voos para África e Ásia, assim como para os EUA e para o Brasil, já que a rota para Salvador da Bahia vai ser estendida até ao verão de 2025 com três voos semanais operados com aviões Boeing 777-200ER, enquanto as ligações do Rio de Janeiro vão ter voos adicionais.

 

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Iberia reforça ligações a Roma, Paris e Viena

Os três destinos terão os maiores aumentos em toda a rede de curta e média distância da Iberia.

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A Iberia revelou o seu horário de voos para a próxima temporada de inverno, incluindo as rotas de curta e média distância.

Para tália, onde a Iberia oferece voos diretos para dez destinos (Roma, Milão, Veneza, Florença, Bolonha, Nápoles, Turim, Catânia, Olbia e Palermo), sendo sete deles durante todo o ano, por ocasião do Jubileu em Roma em 2025, a Iberia aumentará as suas frequências no inverno para 44 semanais, adicionando duas a mais em relação à oferta do ano passado. Isto representa um total de 380.000 lugares durante a temporada de inverno.

França continua a ser, mais um ano, o mercado para o qual a Iberia oferece o maior número de voos na sua rede. No total, são mais de 180 voos semanais entre Espanha e França. A Iberia disponibiliza voos diretos para Paris, Bordéus, Estrasburgo, Lyon, Marselha, Nantes, Nice e Toulouse.

Paris terá até 11 voos diários neste inverno, com a Iberia a oferecer até 52 frequências semanais para o Aeroporto de Orly, duas a mais do que no ano passado, e até 21 frequências semanais para o Aeroporto Charles de Gaulle.

Este inverno, a Áustria será o terceiro mercado europeu com maior crescimento, com voos para Viena e Innsbruck. A rota entre Madrid e Viena atingirá 23 frequências semanais, duas a mais do que em 2024, com 180.000 lugares disponíveis durante a temporada. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a companhia oferecerá voos diretos para Innsbruck, começando a 21 de dezembro de 2025 e prolongando-se até 5 de abril de 2026, com duas frequências semanais operadas por aviões A320neo, com capacidade para 186 passageiros.

Além disso, a neve e as Auroras Boreais continuarão a ser um dos principais atrativos da temporada de inverno. A Iberia voará diretamente e sem escalas pelo terceiro ano consecutivo para Rovaniemi, a capital da Lapónia. Os voos começarão a 3 de dezembro de 2025 e durarão até 28 de fevereiro de 2026, sendo operados por aeronaves A320neo.

Já os voos para Tromsø, cidade escandinava onde é possível admirar as Auroras Boreais, explorar os fiordes noruegueses ou andar de trenó, entre outras atividades, também regressam neste inverno. Os voos terão início a 3 de dezembro de 2025 e prolongar-se-ão até 1 de março de 2026, com duas frequências semanais.

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SATA lança campanha para famílias com tarifa gratuita para crianças

A campanha da Azores Airlines e da SATA Air Açores é válida para vendas realizadas até 14 de abril, em voos entre o continente e os Açores, assim como entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira. 

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As companhias aéreas do Grupo SATA, a Azores Airlines e a SATA Air Açores, lançaram uma nova campanha promocional dedicada às famílias, que oferece a viagem às crianças, em compras de bilhetes realizadas até 14 de abril, para voos entre Lisboa, Porto ou Faro e os Açores, assim como entre os arquipélagos dos Açores e da Madeira.

“Cada adulto viajante poderá usufruir da tarifa gratuita para 1 bebé (até aos 23 meses) e 1 criança (dos 24 meses aos 11 anos). As reservas da família têm de ser feitas em conjunto e na classe tarifária Basic”, lê-se num comunicado do Grupo SATA.

A campanha é válida para vendas realizadas até 14 de abril, cujas viagens decorram entre 01 de maio e 15 de junho, bem como entre 20 de setembro e 12 de dezembro, em voos operados pela SATA Air Açores e pela Azores Airlines.

A oferta aplica-se aos voos entre Lisboa/Porto/Faro/Funchal e os Açores, e vice-versa, e os bilhetes podem ser adquiridos através de qualquer canal de vendas da SATA Azores Airlines ou nas agências de viagens.

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Air Canada já tem dias de operação dos novos voos entre o Porto e Montreal

Os voos da Air Canada entre o Porto e Montreal começam a 4 de junho, com as partidas de Montreal a decorrerem às segundas, quartas e sábados, enquanto em sentido contrário os voos começam no dia 5 de junho, com ligações às terças, quintas e domingos.

Inês de Matos

A Air Canada divulgou esta segunda-feira, 31 de março, os dias de operação da nova rota que a companhia aérea canadiana vai abrir, a 4 de junho, entre Montreal e o Porto, numa rota que conta com três voos por semana.

De acordo com a companhia aérea, os voos começam a 4 de junho, com as partidas de Montreal a decorrerem às segundas, quartas e sábados, enquanto em sentido contrário os voos começam no dia 5 de junho, com ligações às terças, quintas e domingos.

Em Montreal, acrescenta a Air Canada, os passageiros podem usufruir de “viagens de ligação convenientes para destinos em todo o território dos EUA, com ligações no mesmo terminal, pré-embarque, sem necessidade de pré-verificação das bagagens e muito mais”.

Recorde-se que a nova rota da Air Canada entre o Porto e Montreal, que se vai manter até setembro, tinha sido anunciada em agosto do ano passado, com o Turismo de Portugal a destacar que esta será a “primeira ligação aérea da companhia para o Porto, e a terceira ligação para Portugal”.

Além da nova rota entre o Porto e Montreal, a Air Canada conta ainda com voos entre Lisboa e Toronto, assim como entre a capital portuguesa e Montreal.

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Aviação

IATA: Procura por viagens aéreas desacelera em fevereiro

A IATA atribui a desaceleração dos números essencialmente ao facto de 2024 ter sido um “ano bissexto”, assim como à celebração do ano novo lunar que decorreu em janeiro, enquanto no ano passado esta celebração se tinha assinalado no mês de fevereiro.

Inês de Matos

Em fevereiro, a procura por viagens aéreas desacelerou ligeiramente, avança a IATA – Associação Internacional de Transporte Aéreo, que aponta um crescimento de apenas 2,6% face a igual mês do ano passado, quando no primeiro mês do ano este crescimento tinha chegado aos 10%, o que se deve ao menor crescimento da procura internacional e à descida da demanda doméstica.

Os dados da IATA, divulgados esta segunda-feira, 31 de março, mostram que a procura internacional, que cresceu 5,6%, também caiu face ao mês anterior, quando tinha registado um aumento de 12,4%, assim como a procura doméstica, que desceu mesmo 1,9%, quando no primeiro mês do ano tinha registado um crescimento de 6,1%.

A desaceleração da procura por viagens aéreas em fevereiro está também relacionada com a menor capacidade disponibilizada, que aumentou apenas 2,0% face a fevereiro de 2024, o que se deve essencialmente à descida da capacidade doméstica, que caiu 1,7% face a fevereiro de 2024, enquanto a capacidade internacional cresceu 4,5%, no segundo mês do ano.

Já o load factor dos voos de fevereiro atingiu os 81,1%, o que indica um crescimento de 0,4 ppt face a mês homólogo do ano passado, ainda que a nível internacional este indicador tenha crescido apenas 0,9 ppt, fixando-se nos 80,2%, enquanto o load factor dos voos domésticos chegou aos 82,6%, ainda que com uma quebra de 0,2 ppt em relação a fevereiro de 2024.

No comunicado que acompanha os números, a IATA atribui a desaceleração dos números essencialmente ao facto de 2024 ter sido um “ano bissexto”, assim como à celebração do ano novo lunar que decorreu em janeiro, enquanto no ano passado esta celebração se tinha assinalado no mês de fevereiro.

Ainda assim, a IATA diz que é preciso perceber se as quedas no tráfego na América do Norte, que viu o tráfego doméstico e internacional a descer em fevereiro, foram pontuais ou se vieram para continuar.

Willie Walsh, diretor-geral da IATA, está também preocupado com os custos das compensações por atrasos ou cancelamentos, dando como exemplo os recentes problemas no Aeroporto de Heathrow, em que um incidente que ditou o corte de energia, levou ao cancelamento de diversos voos, o que significa o pagamento de milhões de euros em compensações aos passageiros afetados.

O responsável lembra, no entanto, que a presidência polaca da União Europeia já propôs alterações ao regulamento europeu, introduzindo reformas que, apesar de positivas, Willie Walsh considera que não serão suficientes e alerta mesmo que, este verão, os problemas vão continuar.

Ásia-Pacifico continua em alta mas América do Norte está em queda

Os dados da IATA permitem também perceber que, ao nível da procura internacional, o mundo vive realidades diferentes, uma vez que, se a região da Ásia-Pacífico continua a crescer, na América do Norte este indicador está em perda e desceu mesmo 1,5% face a fevereiro de 2024.

Na Ásia-Pacífico, o crescimento do tráfego internacional foi de 9.5% em fevereiro, enquanto a capacidade aumentou 8.3% e o load factor subiu para 85.7%, depois de um aumento de 0.9 ppt face a fevereiro de 2024.

Na América Latina, o tráfego internacional aumentou 6.7% e a capacidade subiu 9.9%, enquanto o load factor se fixou nos 81.7%, traduzindo uma descida de 2.5 ppt face a fevereiro de 2024.

Tal como na América Latina, também em África o tráfego internacional apresentou um aumento de 6.7% face a fevereiro do ano passado, enquanto a capacidade subiu 4.0% e o load factor fixou-se nos 75.3%, depois de uma subida de 2.0 ppt face a fevereiro de 2024.

Já na Europa, o tráfego internacional apresentou um crescimento de 5.7%, enquanto a capacidade subiu 4.9% e o load factor situou-se nos 75.5%, depois de um aumento de 0.5 ppt comparativamente ao mesmo mês de 2024.

No Médio Oriente, o tráfego internacional apresentou ainda uma subida de 3.1%, enquanto a capacidade aumentou 1.3% e o load factor situou-se nos 81.9%, depois de crescer 1.4 ppt.

Os piores resultados pertenceram mesmo à América do  Norte, que viu o tráfego internacional descer 1.5% face a fevereiro de 2024, enquanto a capacidade desceu 3.2%. Ainda assim, o load factor dos voos na América do Norte foi de 78.9%, subindo 1.3 ppt face a fevereiro do ano passado.

 

 

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