AHRESP pede “reforço urgente” de apoios a fundo perdido devido a vaga de cancelamentos
Associação denuncia que 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas após o primeiro anúncio de medidas restritivas, no final do mês de novembro.

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A Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) veio esta quarta-feira, 5 de janeiro, apelar a que “sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido” para o setores do alojamento turístico e restauração, de forma a compensar as empresas pela vaga de cancelamentos que se verificou desde final de novembro, na sequência das medidas restritivas devido à COVID-19.
“Mais de 80% das empresas registaram cancelamentos de reservas logo após o primeiro anúncio de medidas restritivas, apresentadas no final do mês de novembro, e quase 50% das empresas receberam cancelamentos de mais de metade das reservas que tinham confirmadas. Nessa sequência, a AHRESP apela a que sejam rapidamente implementadas novas medidas de apoio a fundo perdido aos nossos setores”, denuncia a associação, num comunicado divulgado esta quarta-feira, 5 de janeiro.
A AHRESP diz que estes apoios não podem, no entanto, ficar “limitados exclusivamente às empresas encerradas por decreto”, uma vez que a “imposição de novas restrições está a ter graves prejuízos nos níveis de receita de todas as empresas de alojamento turístico, restauração e similares, cujas tesourarias ainda estão muito fragilizadas”.
“É muito importante que novos apoios à tesouraria e à manutenção dos postos de trabalho cheguem às empresas ainda durante o mês de janeiro, sob risco da recuperação experienciada desde o verão ficar gravemente comprometida”, conclui a AHRESP no comunicado divulgado.